11.1.07
Cheng-Pong 411
O cara mais rico da cidadezinha comprou um jeep importado, com tração nas quatro rodas.
No dia da compra ele desfilou todo metido pelo centro, parou para tomar uma cerveja e, quando voltou para o carro, teve o maior desgosto. Ao lado do adesivo onde estava escrito "4X4" um engraçadinho escreveu com um prego, como que completando: "=16".
É que um bêbado havia pensado que se tratava de uma conta, e escreveu o resultado.
O dono do Jeep ficou pê da vida. Mandou o carro para a capital, onde havia a assistência técnica autorizada, e uma semana depois o veículo estava de volta, com a pintura novinha outra vez.
A felicidade não durou muito. Na semana seguinte, ao voltar de um baile, viu que o sacana havia escrito de novo, no mesmo local, arranhando a tinta: "=16".
Sabendo que não ia ter como descobrir o autor da brincadeira de mal gosto, o dono do carro resolveu entrar no clima. Mandou fazer um outro adesivo, bem bonitinho, na mesma tipologia do "4X4", com o mesmo resultado da conta que o bêbado insistia em escrever.
Mas não funcionou. Poucos dias depois, ao passar perto do carro e ler: "4X4=16", o bêbado pegou um prego e deixou escrito:
"Certo! Nota 10!"
VOADORA
Você já viu uma cobra voadora?
- Não – responde o outro
- Pois é só jogar sua sogra pela janela.
DO CÉU
O marido valentão chega em seu apartamento e pega a mulher no flagra, transando com um cara em sua própria cama. Totalmente fora de si, saca o revólver e dá dois tiros em cada um.Como a raiva ainda não passara, apesar de ver os corpos estrebuchando, vai até a cozinha, apanha uma faca, corta fora a xoxota de sua ex-companheira e atira-a pela janela.
Nesse exato momento, duas bichas estavam passando pela calçada e levam o maior susto ao ver aquele negócio peludo despencando do céu.
- Meu Deus, o que é isso? - exclama um delas, histérica.
- É uma xoxota, que horror!
- Mata, Mata!
PLACA
Joãozinho, com seus seis anos, foi a maternidade com o pai para conhecer seu novo irmãozinho, nascido há poucas hora. No braço do bebê, o Joãozinho notou que havia uma chapa de identificação, onde costava o nome, peso e hora do nascimento. Olhou serio para a cara do pai e exclamou:
-Xiii! Olha lá pai! Esqeceram de tirar o preço!
FURÚNCULO
Um compadre tinha um furúnculo bem junto ao furébis. Aquilo incomodáva-o e ele não conseguia por uma pomada pois o lugar era difícil de ver.
Pediu conselho a outro compadre que lhe aconselhou:
-Abre as pernas e coloca um espelho entre as mesmas.
O nosso compadre chegou a casa, turou a roupa, agarrou num espelho e começou a passar a pomada esfregando para um lado e para o outro pra ver se acabava com o tal furúnculo. Deu tantas voltas esfregando, que o “bilau” começou a levantar a cabeça. O nosso compadre dá-lhe uma palmadinha:
- Fica quiéto índio velho, não tá vendo que esse fiofó é o nosso?
BIFE
A mulher, péssima cozinheira, choraminga para o marido:
- Querido, aquele bife à... sniff... à parmegiana que eu fiz para você... sniff...
- O que aconteceu com ele, meu bem?
- O cachorro... sniff... comeu! Buáááá...
- Meu bem, não fica triste não! Não precisa chorar só por causa disso. Amanhã, eu compro outro cachorro para você!
CUECAS
Manoel tirou a roupa pra ser examinado, e o médico reparou que sua cueca estava encardida, fedendo mais do que o Rio Tietê.
-Senhor Manoel, há quanto tempo o senhor está com essa cueca?
- Há dois meses, doutoure.
- O senhor precisa trocar de cueca, seu Maoel!
- Eu tentei, doutoure. Tentei muito... Mas ninguém quer trocaire comigo!
RECEITAS MINEIRAS
Sapassado, era séssetembro, taveu na cuzinha tomano uma pincumel e cuzinhano um kidicarne com mastumate pra fazê uma macar–ronada com galinhassada.
Quascaí disusto, quando uviumbaruim vino di dendu–forno, pareceno um tidiguerra. A receita mandopô midipipoca denda galinha prassá. O forno isquentô e o fiofó da galinha ispludiu! Nossinhora! Fiquei branco quineim um lidileite. Foi um trem doidim, uai! Quascaí dendapia! Fiquei sensabê doncovim, proncovô, oncotô. Ói procevê quilucura! Graza Deus ninguém simaxucô!
10.1.07
Ache as 9 tartarugas
Al Qaeda ia explodir o Cristo Redentor do Rio de Janeiro
Os registros da Polícia Federal dão conta de que os dois terroristas chegaram ao Rio no domingo, 5 de setembro, às 21h47m, num vôo da Air France. A missão começou a sofrer embaraços já no desembarque, quando a bagagem dos muçulmanos foi extraviada, seguindo num vôo para o Paraguai.
Após quase seis horas de peregrinação por diversos guichês e dificuldade de comunicação em virtude do inglês ruim, os dois saem do aeroporto, aconselhados por funcionários da Infraero a voltar no dia seguinte, com intérprete. Os dois terroristas apanharam um táxi pirata na saída do aeroporto, sendo que o motorista percebeu que eram estrangeiros e rodou duas horas dando voltas pela cidade, até abandoná-los em lugar ermo da Baixada Fluminense. No trajeto, ele parou o carro e três cúmplices os assaltaram e espancaram.
Eles conseguiram ficar com alguns dólares que tinham escondido em cintos próprios para transportar dinheiro e pegaram carona num caminhão que entregava gás. Na segunda-feira, às 7h33m, graças ao treinamento de guerrilha no Afeganistão, os dois terroristas conseguem chegar a um hotel de Copacabana.
Alugaram então um carro e voltaram ao aeroporto, determinados a seqüestrar logo um avião e jogá-lo bem no meio do Cristo Redentor. Enfrentam um congestionamento monstro por causa de uma manifestação de estudantes e professores em greve - e ficaram três horas parados na Avenida Brasil, altura de Manguinhos, onde seus relógios são roubados em um arrastão.
Às 12h30m, resolvem ir para o centro da cidade e procuram uma casa de câmbio para trocar o pouco que sobrou de dólares. Recebem notas de R$ 100 falsas, dessas que são feitas grosseiramente a partir de notas de R$ 1.
Por fim, às 15h45m chegam ao Tom Jobim para seqüestrar um avião. Os pilotos da VARIG estão em greve por mais salário e menos trabalho. Os controladores de vôo também pararam (querem equiparação com os pilotos). O único avião na pista é da Transbrasil, mas está sem combustível.
Aeroviários e passageiros estão acantonados no saguão do aeroporto, tocando pagode e gritando slogans contra o governo. O Batalhão de Choque da PM chega batendo em todos, inclusive nos terroristas.
Os árabes são conduzidos à delegacia da Polícia Federal no Aeroporto, acusados de tráfico de drogas, que tiveram plantados papelotes de cocaína nos seus bolsos.
Às 18 horas, aproveitando o resgate de presos feito por um esquadrão de bandidos do Comando Vermelho, eles conseguem fugir da delegacia em meio à confusão e ao tiroteio. Às 19h05m, os muçulmanos, ainda ensangüentados, se dirigem ao balcão da VASP para comprar as passagens. Mas o funcionário que lhes vende os bilhetes omite a informação de que os vôos da companhia estão suspensos.
Eles, então, discutem entre si: começam a ficar em dúvida se destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas, é um ato terrorista ou uma obra de caridade.
Às 23h30m, sujos, doloridos e mortos de fome, decidem comer alguma coisa no restaurante do aeroporto. Pedem sanduíches de churrasquinho com queijo de coalho e limonadas. Só na terça-feira, às 4h35m, conseguem se recuperar da intoxicação alimentar, decorrente da ingestão de carne estragada usada nos sanduíches. Foram levados para o Hospital Miguel Couto, depois de terem esperado três horas para que o socorro chegasse e percorresse os hospitais da rede pública até encontrar vaga. No HMC foram atendidos por uma enfermeira feia, grossa, gorda e mal-humorada. Debilitados, só terão alta hospitalar no domingo.
Domingo, 18h20h: os homens de Bin Laden saem do hospital e chegam perto do estádio do Maracanã. O Flamengo acabara de perder para o Paraná Clube, por 6x0. A torcida rubro-negra confunde os terroristas com integrantes da galera adversária (que havia ido de Kombi ao Rio) e lhes dá uma surra sem precedentes.
Às 19h45m, finalmente, são deixados em paz, com dores terríveis pelo corpo. Ao verem uma barraca de venda de bebida nas proximidades, decidem se embriagar uma vez na vida (mesmo que seja pecado, Alá que se dane!). Tomam cachaça adulterada com metanol e precisam voltar ao Miguel Couto.
Segunda-feira, 23h42m: os dois terroristas fogem do Rio escondidos na traseira de um caminhão de eletrodomésticos, assaltado horas depois na Serra das Araras.
Desnorteados e famintos, eles são levados pela van de uma Ong ligada a direitos humanos para São Paulo.
Na capital paulista, perambulam o dia todo à cata de comida. Cansados, acabam adormecendo debaixo da marquise de uma loja no Centro. A Polícia Federal ainda não revelou o hospital onde os dois foram internados em estado grave, depois de espancados quase até a morte por um grupo de mata-mendigos.
O porta-voz da PF declarou que, depois que os dois saírem da UTI, serão recolhidos no setor de imigrantes ilegais, em Brasília, onde permanecerão até o Ministério da Justiça autorizar a deportação dos dois infelizes, se tiver verba, é claro.
Os dois consideraram desnecessário terrorismo no Brasil e irão sugerir um convênio para realização, no Rio e São Paulo, de treinamento especializado em caos social para o pessoal da Al Qaeda
9.1.07
Prova de que a mulher não guarda rancor
Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu seus pais, amigos e todos que haviam partido antes dela, sentados à mesa, apreciando um maravilhoso banquete.
Quando São Pedro chegou, ela comentou:
- Que lugar lindo! Como faço para entrar?
- Eu vou falar uma palavra. Se você soletra- la corretamente na primeira, você entra; se errar, vai direto para o inferno.
Ela respondeu:
- Tá, entendi, qual é a palavra?
-AMOR.
Ela soletrou corretamente e passou pelos portões.
Cerca de um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões naquele dia.
Para surpresa dela, o marido apareceu.
- Oi! Que surpresa! - Disse ela. - Como você está?
- Ah, eu tenho estado muito bem desde que você morreu. Casei-me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, ganhei na loteria e fiquei milionário. Vendi a casa onde vivemos e comprei uma mansão. Eu e minha esposa viajamos por todo o mundo. Estávamos de férias e eu fui esquiar hoje. Cai, o esqui bateu na minha cabeça e cá estou eu. Como faço para entrar, querida?
- Eu vou falar uma palavra. Se você soletrá-la corretamente na primeira você entra, senão vai para o inferno.
Ele respondeu :
- Tá, qual é a palavra?
- "ARNOLD SCHWARZENEGGER"...
